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Secretaria de Justiça realiza segundo leilão do ano com 19 lotes de veículos e embarcação

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) abriu mais um leilão de bens que foram apreendidos em investigações contra o tráfico de drogas em Mato Grosso. São 19 lotes de veículos de passeio, utilitário e uma embarcação, de diversas marcas e modelos. O leilão foi autorizado pelo juízo da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, especializada contra o crime organizado.

Os lances iniciais variam de R$ 25 mil, de um veículo Gol 1.0, ano 2012/13, vermelho ao mais alto, R$ 90 mil para um Honda HR-V ELX, prata, ano 2018/19, automático.

O primeiro leilão será finalizado no dia 05 de maio e o segundo no dia 15 de maio. A modalidade é híbrida e ocorre presencialmente on-line. As regras do certame e habilitação à compra podem ser conferidas no site: https://www.alvaroantonioleiloes.com.br/leilao/detalhe_leilao/144#conteudo

Os veículos leiloados apresentam avarias, falta de peças e outros itens cuja reposição e conserto são de responsabilidade do comprador. A venda pública dos veículos é realizada por uma empresa de leilões e coordenada pela Comissão de Alienação da Sejus.

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A secretária-adjunta do Sistema Socioeducativo e Política sobre Drogas, Lenice Barbosa, estima que o leilão deve arrecadar R$ 1,062 milhão. “O valor é uma previsão de arrecadação e será depositado em juízo para posterior destinação e utilizado em ações de prevenção e repressão em Mato Grosso”, explicou a adjunta.

Nos últimos anos, o Estado de Mato Grosso arrecadou, aproximadamente, R$ 171,638 milhões com os leilões de bens apreendidos.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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