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Secretaria Judiciária conclui ciclo de encontros para integração de projetos

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Finalizando o ciclo de encontros com as Coordenadorias, a Secretaria Judiciária do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) realizou, nesta quarta-feira (22.10), reunião com a Coordenadoria de Gestão da Informação (CGI). O setor foi representado pela coordenadora, Marcela Alves Lopes Mendes de Oliveira.  

 

A reunião teve como foco o alinhamento dos projetos estratégicos com as diretrizes da nova gestão, além da definição de responsabilidades e do acompanhamento das iniciativas em andamento. A iniciativa reforça o compromisso da Secretaria Judiciária com uma gestão integrativa e colaborativa, promovendo mais eficiência e transparência na atuação institucional. 

 

Entre os principais temas discutidos estiveram o Plano de Gestão 2025-2027 e o Plano Integrado de Eleições 2026, que nortearão as ações da Coordenadoria nos próximos anos. Também foram apresentados os projetos das unidades, a exemplo da catalogação dos atos normativos antigos pela Seção de Biblioteca e Editoração.  Foram, ainda, definidos os responsáveis por cada tarefa, além de tratativas sobre o impulsionamento de projetos prioritários e o monitoramento dos demais. 

 

O assessor técnico judiciário, Thiago Malheiros Ribeiro, destacou a importância do alinhamento estratégico. “A reunião foi essencial para garantir que os projetos estejam ajustados com os objetivos da nova gestão. Essa regulagem fortalece a atuação integrada e potencializa os resultados que buscamos alcançar, especialmente visando o êxito nas Eleições”. 

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Para a coordenadora de Gestão da Informação, Marcela Alves Lopes Mendes de Oliveira, a reunião representou uma oportunidade de consolidar o trabalho colaborativo entre as unidades e a Secretaria Judiciária: “Realizamos reuniões prévias de nivelamento com as unidades da Coordenadoria para garantir que todos sigam no mesmo propósito e com clareza sobre as entregas. Essa abertura ao diálogo, promovida pela Secretaria Judiciária, é muito valiosa, pois fortalece o trabalho conjunto e torna as ações mais integradas e alinhadas aos objetivos institucionais”. 

 

Participaram da reunião o secretário judiciário, Carlos Luanga Ribeiro Lima, o assessor técnico-judiciário, Thiago Malheiros Ribeiro, a assessora de Gestão e Governança Judiciária, Nicolle Nagle de Sousa Wayhs Miguez, e a coordenadora da CGI, Marcela Alves Lopes Mendes de Oliveira. 

 

A série de encontros começou no dia 09 deste mês, com a Coordenadoria de Processamento (CPRO). Posteriormente, foi a vez da Coordenadoria de Apoio ao Pleno, Acórdãos e Resoluções (COARE), no último dia 15. A reunião com a CGI encerra o ciclo. 

  

Assessoria TRE-MT 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra quatro pessoas reunidas em uma sala de trabalho. Elas estão sentadas ao redor de uma mesa com notebook, documentos e um monitor grande virado para o grupo. A cena sugere uma reunião ou discussão técnica, em um ambiente de escritório, com janelas ao fundo e armário ao lado. 

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Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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