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Seduc abre inscrições para Curso de Técnicas de Leitura e de Escrita no Sistema Braille 1

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) alerta os interessados que estão abertas, entre os dias 16 e 19 de fevereiro, as inscrições para o Curso de Técnicas de Leitura e de Escrita no Sistema Braille 1. A formação gratuita é destinada a profissionais da educação e à comunidade interessada em acessibilidade e inclusão.

O curso tem como objetivo capacitar os participantes na leitura e escrita em Braille, contribuindo para a inclusão de pessoas cegas ou com baixa visão em contextos educacionais, sociais e culturais.

No total, serão ofertadas 30 vagas, além de 30 para cadastro reserva. Para se inscrever, é necessário ter 18 anos ou mais, ensino médio completo e disponibilidade para frequentar as aulas presenciais. Os candidatos selecionados deverão apresentar documentação comprobatória no primeiro dia.

As inscrições podem ser realizadas pelo site do Casies, onde também está disponível o cronograma e orientações detalhadas para participação. A lista de classificados será divulgada em 20 de fevereiro.

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As aulas vão acontecer de 2 de março a 29 de junho, sempre às segundas-feiras, das 18h30 às 21h30, totalizando 50 horas de carga horária. Para aprovação, será exigida frequência mínima de 75% e média final igual ou superior a 7. Os concluintes receberão certificado de 50 horas.

Promovida pelo Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial (Casies), o curso será realizado presencialmente no Centro Estadual de Educação Inclusiva, em Cuiabá.

Confira, em anexo, o edital do curso

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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