A formação é gratuita e destinada aos profissionais da educação e à comunidade interessada em acessibilidade e inclusão. O curso tem como objetivo capacitar os participantes na leitura e na escrita em Braille, contribuindo para a inclusão de pessoas cegas ou com baixa visão em contextos educacionais, sociais e culturais.
Promovido pelo Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial (Casies), o curso será realizado presencialmente no Centro Estadual de Educação Inclusiva, em Cuiabá, entre 2 de março e 29 de junho, sempre às segundas-feiras, das 18h30 às 21h30.
No total, serão contabilizadas 50 horas de carga horária. Para aprovação, será exigida frequência mínima de 75% e média final igual ou superior a 7. Os concluintes receberão certificado de 50 horas.
Em caso de desistências, a secretaria disponibilizará uma lista de segunda chamada no dia 13 de março. São 30 vagas para cadastro reserva. Para participar, é necessário ter 18 anos ou mais e disponibilidade para frequentar as aulas presenciais.
Os candidatos selecionados devem apresentar documentação comprobatória, sendo: documento oficial com foto, comprovante de conclusão do Ensino Médio e, para profissionais da educação, documento comprobatório de vínculo com o Estado.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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