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Seduc espera número recorde de inscrições na 3ª edição do concurso “SuperChef da Educação”

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A 3ª edição do concurso “SuperChef da Educação – Melhores Receitas 2025”, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), já recebeu 301 inscrições. O prazo para se inscrever vai até o dia 6 de junho e a expectativa da Seduc é superar o número de inscritos na edição de 2024, quando 348 profissionais da alimentação escolar da rede estadual participaram.

Até o momento, a Diretoria Metropolitana de Educação (DME) lidera com 64 profissionais inscritas, seguida pelas Diretorias Regionais de Educação (DREs) de Tangará da Serra (33), Alta Floresta e Primavera do Leste (26), Confresa e Juína (23). As demais inscrições foram feitas nos polos de Matupá, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop, Barra do Garças e Cáceres.

O concurso visa valorizar os profissionais responsáveis pela alimentação nas escolas públicas, incentivando a criatividade e a inovação na elaboração de pratos saudáveis e saborosos para os estudantes.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas por meio do site oficial da competição. No momento da inscrição, é necessário cadastrar uma receita salgada inédita, contendo obrigatoriamente uma proteína de origem animal, como carne bovina, suína, frango ou peixe.

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A competição é dividida em quatro etapas, com avaliação das receitas por nutricionistas da Seduc. Os critérios incluem criatividade, apresentação, sabor, aroma e textura.

Todos os participantes aprovados na primeira etapa receberão certificados de participação. Na semifinal, os três primeiros colocados dividirão R$ 6 mil em prêmios. Na final, os prêmios são de R$ 9 mil para o 1º lugar, R$ 7 mil para o 2º e R$ 5 mil para o 3º colocado.

O “SuperChef da Educação” faz parte da política educacional Alimentação Escolar, uma das 30 políticas que integra o Plano EducAção 10 anos. A iniciativa destaca a importância da alimentação escolar de qualidade no processo educacional e no desenvolvimento dos alunos.

Para mais informações e inscrições, acesse o site oficial da competição.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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