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Seduc intensifica estratégia educacional para elevação da qualidade do ensino em Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) vem intensificando, desde de setembro de 2024, ações do programa Movimenta Saeb. Trata-se de um conjunto de esforços para elevar os níveis de proficiência dos estudantes em Língua Portuguesa e Matemática, etapas que são examinadas pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), de dois em dois anos, entre os meses de outubro e novembro.

Em 2025, as provas do Saeb serão aplicadas para alunos do 2º, 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e para o 3º ano do Ensino Médio da rede pública de ensino. Além dos estudantes, professores, diretores escolares e gestores de educação também participam do Saeb, preenchendo questionários contextuais. Na rede particular, a adesão não é obrigatória.

Entre as ações do Movimenta Saeb em todas as 13 diretorias regionais de educação, estão a frequente distribuição de materiais didáticos e recursos alinhados à matriz de referência do SAEB 2025, disponibilização de recursos digitais e interativos para potencializar o processo de ensino-aprendizagem nas escolas e o projeto Mira na Meta, iniciativa gamificada que promove atividades educativas lúdicas e desafiadoras.

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Na linha de frente também está a formação de gestores e professores com foco em práticas pedagógicas eficazes, alinhando ações pedagógicas às metas do Movimenta SAEB; o SaebCast, o Podcast da educação; articulação com as equipes estratégicas como a do Pré-Enem Digital e os simulados educacionais promovendo uma preparação contínua, intencional e estratégica dos estudantes.

Para a Seduc, além de aumentar o nível de proficiência e estimular o engajamento da comunidade escolar por melhores resultados, o Movimenta SAEB também objetiva reduzir as defasagens de aprendizagem identificadas ao longo do ano letivo. Tudo isso, otimizando os recursos pedagógicos e promovendo práticas pedagógicas intencionais, integradas e focadas na recomposição das aprendizagens.

O secretário de Educação, Alan Porto, observa que os resultados das provas do Saeb, aliados a outros dados, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). “Saímos da 22ª posição do Ideb, em 2019, para o 8º lugar, em 2023. Demos um salto de 14 posições no ranking do Ensino Médio”, afirma Alan.

Conforme o secretário, a meta da Seduc é colocar a rede pública de ensino entre as cinco mais bem avaliadas no país até 2026.

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“Inicialmente, o marco era 2032, mas, diante dos resultados obtidos, junto com o governador Mauro Mendes e o vice-governador Otaviano Pivetta, baixamos a régua para o ano que vem. O resultado do Saeb 2025 será fundamental para atingirmos nosso objetivo”, conclui Alan Porto.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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