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Seduc lança versão atualizada da plataforma Ficha Ficai para combater evasão escolar

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) atualizou a versão 2.0 da Plataforma Ficha Ficai Online, lançada na rede estadual em 2022. A nova versão foi desenvolvida com base na análise de sua usabilidade ao longo de 2024, com o objetivo de aprimorar o processo de busca ativa escolar.

Abrangendo os módulos de infrequência, violência e evasão escolar, a plataforma foi aperfeiçoada permitindo que educadores e gestores identifiquem rapidamente alunos em risco de reprovação, seja por faltas excessivas, indisciplina ou outras dificuldades.

A ferramenta leva em consideração as necessidades específicas de cada escola e a situação individual do aluno, facilitando o acompanhamento contínuo por meio de alertas automáticos. Aqueles que atingirem 10% de faltas em relação à carga horária total do ano letivo, passam imediatamente a ter acompanhamento personalizado.

De acordo com a Seduc, a atualização da plataforma integra-se ao Programa Nenhum a Menos, que visa assegurar que todos os estudantes tenham suporte e acompanhamento necessários para concluir seus estudos.

Uma metodologia que combina ferramentas tecnológicas com uma abordagem social, permitindo que órgãos governamentais de todas as esferas acompanhem estudantes que estão fora da escola ou em risco de abandonar os estudos.

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Para o secretário de Educação, Alan Porto, com a atualização o compromisso da Seduc se tornou ainda mais forte. “Não apenas identificamos os desafios enfrentados pelos alunos, mas também promovermos ações efetivas que garantam o direito à educação”.

Na avaliação do secretário, cada criança ou jovem que deixa a sala de aula pode se tornar uma oportunidade perdida se não houver uma intervenção imediata por parte da escola e dos demais setores envolvidos, inclusive, as redes municipais de Educação.

Cuiabá e Nova Bandeirantes, por exemplo, foram os primeiros a solicitarem acesso e participação na plataforma, seguidos por outros municípios que, para a secretaria de Educação, entenderam a importância de um trabalho conjunto na busca ativa.

“A equipe escolar deve esgotar todas as possibilidades de localizar o aluno faltoso. Caso ele não retorne à escola em até 15 dias, o Conselho Tutelar é acionado para ajudar na busca. Em alguns casos, o Ministério Público Estadual também atua”, completou.

O secretário finalizou afirmando que a Seduc está garantindo que todos tenham a oportunidade de estar na escola. “Em sala de aula aprendendo e se desenvolvendo em um ambiente muito mais acolhedor”.

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Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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