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Seduc realiza encontro com profissionais das escolas estaduais com foco no programa Bolsa Família

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) realiza, nesta quinta e sexta-feira (24 e 25.4), em Cuiabá, o II Encontro da Rede de Profissionais da Educação – Programa Bolsa Família. O evento tem como objetivo capacitar os coordenadores municipais do Programa Bolsa Família na Educação para a gestão e operacionalização do Sistema Presença, fortalecendo práticas de monitoramento e ampliando a efetividade das ações voltadas à permanência escolar.

Durante os dois dias de programação, os participantes poderão acompanhar painéis temáticos, debates e o compartilhamento de experiências exitosas entre os coordenadores municipais.

Entre os temas em destaque, estão o Cadastro Único, o Programa Busca Ativa Escolar e as articulações do Bolsa Família com as políticas educacionais da Seduc.

O encontro reúne representantes dos 142 municípios do Estado, além dos pontos focais das Diretorias Regionais de Educação (DREs), promovendo a integração e o alinhamento das ações desenvolvidas nas diferentes regiões de Mato Grosso.

Atualmente, o Estado conta com cerca de 245.521 estudantes, com idades entre 4 e 18 anos incompletos, beneficiários do Programa Bolsa Família. Esses alunos devem cumprir critérios como frequência escolar mínima, acompanhamento da saúde e vacinação, além do pré-natal em gestantes, para que suas famílias permaneçam aptas a receber o benefício.

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A coordenadora estadual do programa, Márcia Verdego, destacou a importância do evento para o fortalecimento das ações intersetoriais e o aprimoramento da atuação dos profissionais.

“Mais do que discutir diretrizes, este encontro permite estreitar laços entre os coordenadores municipais, possibilitando a troca de saberes, o alinhamento de práticas e o fortalecimento da política pública educacional com foco na garantia de direitos”, afirmou.

Com atuação em todos os municípios de Mato Grosso, os coordenadores municipais exercem papel estratégico no acompanhamento da frequência escolar dos estudantes beneficiários do Bolsa Família. Suas atribuições envolvem orientar as escolas, coordenar e fiscalizar o registro das informações no Sistema Presença, além de sensibilizar as famílias sobre a importância da participação efetiva na trajetória escolar das crianças e adolescentes.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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