MATO GROSSO

Seduc realiza premiação das escolas vencedoras do Jogo Coopera Cerrado

Publicado em

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), realizou na tarde desta sexta-feira (31), no auditório da secretaria, a cerimônia de premiação das escolas vencedoras do Jogo Coopera Cerrado, que integra a Jornada de Aprendizagem das Ações da Popularização da Produção Rural Sustentável promovida pelo projeto Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade – IABS.

Em Mato Grosso, as escolas estaduais Bonifácio Sachetti (Itiquira), Dom Vunibaldo (Juscimeira), Angelo Nadin (Lucas do Rio Verde), Padre César Albisetti (Poxoréu) e André Antônio Maggi (Rondonópolis) participaram e foram classificadas após realizarem as missões e desafios propostos no jogo.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou a importância da parceria junto às escolas estaduais e reforçou a importância do projeto. “Gostaria de parabenizar as escolas participantes da Jornada de Aprendizagem. É uma celebração das ações que popularizam a produção rural sustentável e o trabalho desenvolvido pelo instituto junto às escolas”, disse.

As ações de popularização da produção rural sustentável têm como objetivo sensibilizar estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas rurais e urbanas sobre a temática sustentável. As atividades consistem em vivências, oficinas, atividades de imersão e de trocas de experiências com características específicas para cada faixa etária. Além da premiação das escolas classificadas, os representantes puderam tratar de assuntos relacionados à produção rural e sustentável nessas comunidades.

Leia Também:  CST da Saúde Mental debate sobre aumento da violência nas escolas

A gerente de Empoderamento Social do Projeto Rural Sustentável Cerrado, Denise Paiva, falou sobre as etapas de desenvolvimento do projeto nas escolas. Segundo ela, a metodologia é capaz de instruir e sensibilizar os estudantes sobre tecnologias sustentáveis de produção. “As crianças desenvolvem atividades pedagógicas guiadas por facilitadores treinados. São seis etapas que começam com a preparação do solo. Após isso, eles vão semear, manejar e então radiar, que é o momento em que compartilham esses conhecimentos com a comunidade”, explicou.

A coordenadora de Educação do Campo e Quilombola, ligada à Secretaria-Adjunta de Gestão Educacional (SAGE), Maria Lecy David de Oliveira, relatou que o objetivo da ação está dentro da visão de Fortalecimento das Políticas Educacionais da pasta, através do incentivo à formação sobre a temática de Educação Ambiental e Sustentabilidade.

“Receber o Instituto é uma garantia de que estamos no caminho certo para sensibilização dos estudantes quanto às boas práticas que impactam beneficamente o meio ambiente e a sociedade”, analisou Maria Lecy.

O estudante João Carlos Teixeira, da Escola Estadual Angelo Nadin, de Lucas do Rio Verde, disse que participar do projeto o ajudou a desenvolver seu interesse pela agricultura. “Posso afirmar, com certeza, que o projeto foi capaz de mudar minha vida, principalmente pelo fato de mostrar outra possibilidade para o meu futuro profissional. A diretora, os professores e os meus amigos ajudaram, auxiliando e tirando as minhas dúvidas”, falou.

Leia Também:  Exportações de MT alcançam 157 países e geram US$ 25,95 bilhões de dólares em 2024

Outra simpatizante e indicadora do projeto, a estudante Mariana Lourençato, também da Escola Estadual Angelo Nadin, explicou que após o início do projeto, os estudantes passaram a consumir mais produtos naturais e, consequentemente, a se interessar pelo assunto. A jovem salientou a dinâmica utilizada no projeto. “A participação da comunidade escolar fortaleceu a iniciativa e incentivou o cuidado com o meio-ambiente”.

Dentre os participantes da cerimônia de premiação, estava o prefeito de Diamantino, Manoel Loureiro Neto.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

Published

on

Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

Leia Também:  Governo de MT promove 1.015 oficiais e praças da Polícia Militar em solenidade alusiva à Tiradentes

Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

Leia Também:  CST das mudanças climáticas realiza primeira reunião

Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA