MATO GROSSO

Sefaz apreende mercadorias irregulares escondidas em carga de bobinas de aço

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Uma operação de fiscalização da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz MT) resultou na apreensão de uma carga irregular de confecções e outros itens, avaliada em cerca de R$ 330 mil. As mercadorias estavam em um caminhão, escondidas entre bobinas de aço galvalume, em uma tentativa de enganar o fisco estadual e sonegar impostos.

O veículo foi interceptado no posto fiscal Correntes, localizado na divisa com Mato Grosso do Sul, na última sexta-feira (13.6).

Durante a abordagem, os fiscais estaduais verificaram que a carga de bobinas estava acompanhada de nota fiscal, aparentando estar legal. Porém, na conferência física, procedimento de rotina da fiscalização de trânsito, foram encontradas caixas escondidas que continham roupas, perfumes, óculos de grau e tapetes veiculares. Ao total, haviam mil itens, todos desacompanhados de documentação fiscal.

Diante da irregularidade, a Sefaz lavrou um Termo de Apreensão e Depósito (TAD), correspondente ao imposto devido e à multa aplicada pela infração fiscal constatada.

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A Secretaria de Fazenda orienta que o transporte de mercadorias deve ser realizado com a devida documentação fiscal, pois a ausência ou apresentação de documentos inidôneos configura crime contra a ordem tributária.

Além de serem autuadas, as empresas identificadas como possíveis responsáveis pela irregularidade e sonegação fiscal também são submetidas, posteriormente, a ações de auditoria.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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