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Sefaz cria fórum online para interação com contribuintes e contabilistas

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A Secretaria de Fazenda (Sefaz-MT) criou um fórum online para que contribuintes e contabilistas possam interagir e conversar sobre assuntos tributários. A ferramenta pode ser acessada por qualquer pessoa e busca promover a discussão sobre tributação, legislação e procedimentos fiscais, levando conhecimento aos participantes.

De acordo com o chefe do Serviço Integrado de Atendimento ao Contribuinte (SAC), Rafael Vieira, a iniciativa é uma forma de aproximação da Sefaz com os contribuintes e contabilistas, permitindo que a discussão e a troca de informações sejam feitas de forma mais ágil e eficiente.

“O fórum utiliza métodos modernos de desenvolvimento ágil e replica a maneira como as pessoas estão acostumadas a dirimir dúvidas e construir o conhecimento em meios digitais. Apostamos que a participação ativa da comunidade propiciará a todos mais agilidade e consistência no aprendizado sobre normas e procedimentos relacionados aos tributos estaduais”, afirma Rafael.

No fórum online, contribuintes e contabilistas podem encontrar tópicos relacionados aos tributos estaduais como ICMS, IPVA e ITCD, além de taxas e contribuições. Informações sobre os documentos fiscais eletrônicos, benefícios fiscais, cadastro do contribuinte e regimes de apuração também estão disponíveis.

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O novo canal de interação, além de inserir a Sefaz ainda mais em ambientes tecnológicos, reforça a visão da administração fazendária de que o contribuinte também pode gerar conhecimento e deve ser envolvido nas discussões.

“A Sefaz não deve ser a única responsável pela produção de conhecimento, mas sim desempenhar o papel de promotora da discussão entre toda a comunidade envolvida para construção coletiva. Toda a comunidade de contribuintes está apta a formular questionamentos e apresentar respostas às dúvidas. Mais do que isso. Podem questionar as respostas apresentadas e alimentar a discussão com novos pontos de vista”, pontua Rafael Vieira.

A nova ferramenta já está em uso por profissionais da classe contábil. Para o presidente do Sindicato das Empresas de Contabilidade (Sescon/MT), Marco Aurélio Coelho, a iniciativa deve ajudar na troca de informações entre os profissionais de contabilidade.

“Este é mais um ótimo recurso online da Secretaria de Fazenda que deve orientar o profissional de contabilidade no dia a dia”, afirmou o presidente.

É importante ressaltar que o fórum não tem o objetivo de esgotar o assunto tributário e tirar todas as dúvidas dos contribuintes. Ele é um ambiente para troca de informações e fomento de debates. Para consulta à legislação tributária, é necessário entrar em contato com a Sefaz, pelos canais de atendimento disponíveis no site da secretaria, como o Portal do Conhecimento e o Sefaz para Você.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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