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Seis motoristas são presos por embriaguez ao volante durante Operação Lei Seca

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A 25ª edição da Operação Lei Seca 2023, realizada na noite deste sábado (04.03), na Avenida Prefeito Murilo Domingos (via 31), em Várzea Grande, terminou com a prisão de seis motoristas por embriaguez ao volante, conduta típica criminosa prevista no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A ação integrada entre as forças de segurança pública e de trânsito fiscalizou 111 veículos e aplicou 116 testes de alcoolemia. Dos veículos fiscalizados, 28 foram removidos em razão de irregularidades, sendo 26 carros e duas motocicletas.

Também houve a emissão de 52 Autos de Infração de Trânsito (AITs), dentre elas 12 por direção sob influência de álcool; três por recusar-se a realizar o teste de alcoolemia; seis por condução de veículo sem possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH); 18 por direção de veículo sem registro ou não licenciado, entre outras infrações diversas.

No momento do teste de alcoolemia, o condutor que apresentar índice de álcool no sangue superior a 0,33 miligramas por litro de ar expelido é preso, terá a CNH suspensa, deverá pagar multa, e responderá pelo crime de embriaguez ao volante. Já quando a quantidade de álcool for abaixo de 0,33mg/l, o condutor é autuado, tem a CNH retida e paga multa.

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A Operação Lei Seca é realizada de forma integrada e coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT). Nesta edição, participaram agentes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Guarda Municipal (GMVG), do Socioeducativo, da Polícia Penal e do Corpo de Bombeiros Militar (CBM).

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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