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Seis pessoas foram presas por embriaguez ao volante em Várzea Grande

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Seis motoristas acabaram presos por embriaguez ao volante durante a 22ª edição da Operação Lei Seca realizada neste domingo (26.02) na Avenida Aleixo Ramos da Conceição, no bairro Vila Arthur em Várzea Grande.

Durante a operação, os agentes aplicaram 98 testes de alcoolemia que resultaram em 34 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo sete por condução de veículo sob efeito de álcool, três por se recusar a passar pelo teste de alcoolemia, dez por não possuir Carteira Nacional de Habilitação, oito conduzindo veículo sem registro ou com licenciamento irregular, entre outras.

Ao todo, foram fiscalizados 94 veículos. Desse total, 26 apresentaram irregularidades conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e foram autuados e removidos, sendo 23 automóveis e três motocicletas.

A operação Lei Seca é realizada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e conta com o apoio das forças de segurança do Estado e dos municípios envolvidos.

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A 22ª edição contou com o Batalhão de Trânsito da PM, Guarda Municipal de Várzea Grande, Delegacia de Delitos de Trânsito, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito (Detran), Polícia Penal e Agentes de Segurança Socioeducativa.

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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