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Sejus entrega coletes balísticos e algemas para policiais penais de Cuiabá e Várzea Grande

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) entregou, nesta quinta-feira (30.1), 370 coletes balísticos e 40 algemas para policiais penais lotados na Penitenciária Central do Estado (PCE), na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May e no Centro de Ressocialização de Várzea Grande.

O secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, afirmou que a entrega dos coletes e das algemas faz parte do projeto de valorização do trabalho do policial penal, que é um dos profissionais mais importantes no combate às facções criminosas.

“Isso é o reconhecimento do Governo do Estado e da Sejus com os servidores. Esses coletes vão trazer mais segurança para nossas ações e para nossas operações, que serão frequentes”, declarou o secretário

Os coletes balísticos entregues nesta quinta-feira foram recebidos pela Polícia Penal no dia 22 deste mês. Ao todo, foram recebidos 980 coletes balísticos, que serão distribuídos por todo o Estado. A segunda remessa chegará em março.

Nesta quinta-feira (30), foram entregues 220 coletes para policiais lotados na PCE, 88 para servidores da Penitenciária Ana Maria do Couto e 72 para os do CRVG. Com a entrega, todos os policiais penais das três unidades terão seu próprio colete. Também foram entregues 40 algemas, 20 de tornozelo e 20 de punho, que ficaram na PCE.

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O secretário de Justiça fez questão de parabenizar e agradecer o esforço, comprometimento e dedicação que os policiais penais estão tendo com a execução do programa Tolerância Zero.

“Ninguém trabalha sozinho. Nós trabalhamos em equipe e temos que um auxiliar o outro, valorizar o outro. Só assim que vamos conseguir vencer o obstáculo que é o combate e enfrentamento às facções criminosas”, frisou Bruzulato.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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