MATO GROSSO

Sejus realiza 13,5 mil consultas de telemedicina para reeducandos no estado

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O serviço de telemedicina contratado pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) para assistência médica e psicológica no Sistema Penitenciário realizou, em um ano de atendimento, 13.558 mil teleconsultas com reeducandos.

O objetivo da ação é atender a demanda de serviços médicos especializados nas unidades prisionais de Mato Grosso. A teleassistência inclui atendimentos de clínica geral, ginecologia, psiquiatria, urologia, ortopedia e psicologia.

Desde o início da atuação das consultas virtuais, o percentual de reeducandos atendidos registra crescimento a cada mês. Em novembro de 2024, o total das consultas era de 300 reeducandos atendidos. Em outubro deste ano, foram mais de 1,8 mil custodiados assistidos com os serviços de telemedicina.

“Com esse serviço contratado, conseguimos atender diversas especialidades médicas que têm alta demanda. E muitas vezes, não encontramos profissionais possíveis para esses atendimentos na saúde pública, além de ser um projeto inovador no sistema penitenciário nacional”, destacou o secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato.

O serviço de telemedicina ganhou projeção em todo o país no período de pós-pandemia da covid. Na avaliação da equipe de saúde penitenciária, o uso da tecnologia amplia a oferta à saúde para a população privada de liberdade.

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“E se mostra como um recurso complementar à assistência em saúde presencial já prestada por profissionais do quadro da Secretaria de Justiça, e daqueles credenciados pela pactuação entre o Estado e as secretarias municipais de saúde”, avaliou a superintendente de Políticas Penitenciárias da Sejus, Gleidiane Assis.

Sob supervisão da jornalista Raquel Teixeira*

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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