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Sejus realiza vistoria em unidade prisional de MT em operação nacional; nenhum material ilícito foi encontrado

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A oitava fase da Operacão Nacional Mute, realizada simultaneamente nesta semana em unidades prisionais dos 26 Estados do país e no Distrito Federal, não identificou aparelhos celulares e outros ilícitos na unidade de Mato Grosso vistoriada, localizada em Barra do Bugres.

A Operação Mute, coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, contou com apoio das Secretarias de Justiça e de Administração Penitenciária dos estados envolvidos. O objetivo da operação nacional é combater as organizações criminosas dentro das unidades prisionais e, com isso, influenciar na redução os índices de violência em âmbito nacional.

Em Barra do Bugres, equipes da Polícia Penal e da Secretaria Adjunta de Inteligência da Secretaria de Estado de Justiça realizaram vistorias nas celas da unidade prisional, onde não foram localizados materiais ilícitos.

Para o secretário de Justiça de Mato Grosso, Vitor Hugo Bruzulato, o resultado das buscas reflete o trabalho intensivo que a gestão vem desenvolvendo na administração penitenciária, desde o lançamento do Programa Tolerância contra as Facções Criminosas, para aprimorar a segurança nas unidades prisionais e zerar a presença de materiais ilícitos, especialmente celulares.

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“O trabalho coordenado que o Estado vem desenvolvendo desde o ano passado para combater as atividades das facções criminosas começa a apresentar resultados, a exemplo de operações simultâneas que realizamos e em 81,5% das unidades prisionais não foram encontrados celulares, um meio de comunicação que criminosos usam para ordenar ações ilícitas nas ruas”, pontuou o gestor, acrescentando que as rotinas frequentes de revistas e adequações de segurança, aliadas ao empenho e dedicação dos policiais penais, têm alcançado os resultados apresentados.

Na Operação Mute, policiais penais realizaram revistas em pavilhões e celas em todo o país, de forma simultânea, em busca de aparelhos celulares que ingressam de forma proibida e são utilizados pelo crime organizado como ferramentas para o cometimento de delitos e, consequente, avanço da violência nas ruas.

As ações de enfrentamento às comunicações proibidas no sistema prisional nacional influenciam diretamente na diminuição dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI).

As sete fases anteriores da Operação Mute retiraram 6.274 celulares usados para comunicação ilícita no interior dos presídios do país.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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