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Seleções de Campo Verde, Alta Floresta e Tangará da Serra são campeãs dos Jogos Abertos Mato-grossenses 2024

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As seleções de Campo Verde, Alta Floresta e Tangará da Serra se consagraram campeãs dos Jogos Abertos Mato-grossenses 2024, que são promovidos pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), neste domingo (20.10).

A etapa estadual foi realizada, entre 18 e 20 de outubro, em Sorriso (a 400 km de Cuiabá). A competição envolve atletas da categoria adulta.

No basquetebol, o município de Campo Verde ganhou os títulos estaduais, tanto no feminino quanto no masculino. O vice-campeonato ficou com a seleção feminina de Araputanga, e com a masculina de Várzea Grande.

No voleibol, os títulos mato-grossenses foram conquistados pela equipe feminina de Tangará da Serra e pela masculina de Alta Floresta. Sorriso foi vice-campeão nas duas categorias.

No total, 38 seleções de vários municípios do Estado competiram na etapa estadual de basquetebol e de voleibol. Além das equipes da capital mato-grossense e do município-sede, todas foram campeãs e vice-campeãs em uma das cinco fases regionais deste ano.

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Parceiro da Secel na realização do evento esportivo, o município de Sorriso sediará também a etapa estadual de futsal e handebol, que acontecerá de 25 a 27 de outubro.

“Parabéns às seleções campeãs mato-grossenses de basquete e vôlei. Nosso agradecimento também ao município de Sorriso pela parceria e a todas as equipes participantes que abrilhantaram nossa competição da categoria adulta. Vamos juntos fortalecendo o esporte em Mato Grosso”, celebra o secretário da Secel, David Moura.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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