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Seletivo para médicos do CBMMT prevê salário inicial de R$ 15 mil; valor pode chegar a R$ 18 mil

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O processo seletivo simplificado do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) para formação de cadastro de reserva de Oficiais de Saúde Temporários, nos perfis de médico generalista, psiquiatra e cardiologista, oferece remuneração inicial de R$ 15.819,76, além de auxílio-alimentação no valor de R$ 521,97.

A remuneração pode chegar a R$ 18.182,73, acrescida do auxílio-alimentação, após a conclusão do Curso de Adaptação de Oficial de Saúde Temporário (CAOST), quando o militar passa a ocupar o posto de 2º Tenente BM de Saúde Temporário. Os profissionais atuarão nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande.

A jornada de trabalho será definida conforme a escala operacional, nos regimes de 12×36 ou 24×72, ou ainda em expediente administrativo, com possibilidade de adoção do regime de teletrabalho. Os contratos terão vigência de até oito anos, com renovações anuais.

As inscrições no processo seletivo são gratuitas e seguem abertas até sábado (30.5), por meio do Sistema Estadual de Seleção de Mato Grosso (SIESMT) – clique aqui para acessar.

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O processo seletivo será realizado em duas etapas: avaliação de títulos e experiência profissional, de caráter classificatório, além de Teste de Aptidão Física (TAF), de caráter eliminatório.

Podem se inscrever candidatos com idade máxima de 35 anos até a homologação do resultado final do processo seletivo, que possuam diploma de graduação em Medicina reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM) e Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no mínimo na categoria “B”. Para as especialidades de Psiquiatria e Cardiologia, também será exigido o Registro de Qualificação de Especialista (RQE).

No ato da inscrição, os candidatos deverão anexar toda a documentação prevista em edital, incluindo documentos pessoais, comprovantes de formação acadêmica e títulos. Após a aprovação e convocação, os selecionados participarão do Curso de Adaptação de Oficial de Saúde Temporário (CAOST), realizado em Cuiabá, na condição de aspirante a Oficial de Saúde Temporário.

Concluída essa etapa, serão designados inicialmente para o Estágio de Serviço Técnico e, após o término, serão declarados 2º Tenentes de Saúde Temporários. O processo seletivo terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. Outras informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no edital. Consulte aqui.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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