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Sema apreende equipamentos proibidos e devolve 56 peixes ao Lago do Manso

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Oito equipes de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) concluíram esta semana o trabalho contínuo realizado na região do Lago do Manso, por meio de patrulhamento terrestre e fluvial. A ação abordou 150 veículos e 100 embarcações, o que resultou na soltura de 56 peixes vivos, além da apreensão de 94 equipamentos de uso proibido.

A maior quantidade averiguada de pescado foi do tipo Piraputanga, uma das 12 espécies de captura e transporte proibidos pela Lei de Transporte Zero. Por estarem vivos no momento da abordagem, os agentes ambientais puderam devolver os espécimes ao habitat natural e, assim, contribuir para a manutenção da biodiversidade na região.

A fiscalização, iniciada pelo órgão ambiental no dia 24 de março, contemplou as áreas conhecidas como João Carro, Palmeiras, Água Fria e Xaraés. Também foram realizadas atividades ao longo do Rio Manso.

Ao todo, foram apreendidos nas vistorias 2 tarrafas e 59 espinheis, sendo 35 confiscados apenas na última segunda (6.4). Como não houve infratores identificados, as penalidades não foram aplicadas.

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A operação também se estendeu para outras localidades estratégicas, incluindo o município de Nobres (Bom Jardim), Rio Cuiabá no município de Rosário Oeste, Acorizal e Jangada, ampliando o alcance das ações e reforçando a presença vigilante da Sema.

“Apesar de não haver apreensões de pescado, estão sendo realizados trabalhos preventivos, com o patrulhamento terrestre e fluvial (embarcado), barreiras nas rodovias e acessos a pesqueiros, bem como em estabelecimentos comerciais”, afirma o coordenador da Fiscalização de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema), Alan Silveira.

Fiscalização

A Coordenadoria atende todas as regiões do estado, com ações de fiscalização realizadas tanto pelo trabalho de rotina quanto em atendimento a processos da ouvidoria e denúncias anônimas recebidas pelas equipes em campo. Além disso, há apoio às denúncias recebidas pelas Polícias Militar e Civil, que por vezes acionam a Sema para prestar apoio no atendimento.

Denúncia

Crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelo número 3613-7398 e 98153-0255 (por telefone ou WhatsApp), pelo e-mail [email protected]
ou em uma das regionais da Sema.

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Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar pelo 190.

*Com supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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