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Sema debate mudanças climáticas e importância da gestão das águas na Amazônia Legal em evento no Tocantins

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) participa do V Encontro do Grupo Técnico Agenda Azul da Amazônia Legal Brasileira, que aborda a importância da Política de Recursos Hídricos e da gestão das águas na região amazônica. Com o tema Mudança Climática e Recursos Hídricos, o evento começou na quarta-feira (10.04) e segue até esta sexta-feira (12.04), em Palmas, Tocantins.

Realizado pelo Governo do Tocantins, o evento reúne técnicos e representantes dos Estados que compõem a Amazônia Legal.

“Esse encontro fortalece a gestão de recursos hídricos na região amazônica. Essa união de esforços técnicos é para que a gente não venha a sofrer no futuro grandes problemas e para evitar surgimento de conflitos futuros em relação a disponibilidade de água”, explica o superintendente de Recursos Hídricos da Sema, Luiz Noquelli, que representa a secretaria no evento. 

Na quarta-feira (10) foram debatidos temas sobre a gestão de recursos hídricos, atuação dos comitês de bacia na preservação dos recursos hídricos e mudanças climáticas. Apresentaram palestras a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Secretarias de Meio Ambiente dos Estados de Mato Grosso, Tocantins e Acre.

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Na quinta (11) as apresentações continuaram com os Estados do Pará, Roraima e Tocantins e foi realizada a deliberação final referente aos documentos elaborados. A agenda se encerra nesta sexta com a visita técnica no Parque Estadual do Lajeado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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