MATO GROSSO

Sema e PM apreendem cerca de 70 quilos de pescado irregular nos últimos quatro dias

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Equipes de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), com apoio da Polícia Militar, apreenderam aproximadamente 70 quilos de pescado irregular entre quinta-feira e domingo (9 e 12.10). O balanço dos últimos quatros dias inclui ações realizadas em Cuiabá e Várzea Grande, região do São Lourenço e feira livre do município de Confresa.

Durante a fiscalização, também foram apreendidas oito redes, um tarrafão, duas espingardas, uma caixa térmica de 80 litros e cerca de 66,3 kg de carne, aparentemente proveniente de animais silvestres

Na comunidade Lambari, localizada na região do São Lourenço, a apreensão foi realizada na sexta-feira (10) após denúncia de possível prática de pesca predatória e caça ilegal em uma fazenda. De acordo com a equipe responsável pela fiscalização, o suspeito de realizar os ilícitos não foi localizado, mas foram obtidas as informações necessárias para posterior responsabilização criminal.

Todo o material apreendido foi vinculado ao boletim de ocorrência e entregue à Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e será submetido à perícia técnica pela Politec. O total estimado de multas a ser aplicado é superior a R$ 40 mil. Os autos administrativos serão confeccionados após a emissão do laudo pericial oficial.

No domingo (12), durante fiscalização realizada na feira livre de Confresa, a equipe constatou a venda de espécies que não podem ser pescadas e nem comercializadas, entre elas cachara, tucunaré e manta de pirarucu. O infrator foi identificado e conduzido à Delegacia de Polícia Judiciária Civil do município para as providências legais cabíveis. No momento da apreensão, foi aplicada multa no valor de R$ 8,2 mil.

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Já em Cuiabá e Várzea Grande, durante patrulhamento fluvial realizado na quinta-feira (9), entre a ponte Sérgio Motta até a região do Parque Atalaia /Barranqueira, a equipe de fiscalização localizou e retirou seis redes de emalhar que estavam armadas ao rio.

Defeso da Piracema

Desde o dia 1º de outubro, está em vigor o período defeso da piracema. Até 31 de janeiro do ano que vem somente está autorizada a pesca de subsistência desembarcada, praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais.

Nesses casos, é permitida a cota diária de três quilos e um exemplar de qualquer peso por pescador, respeitando os tamanhos mínimos de captura, estabelecidos pela legislação para cada espécie.

Denúncia

A pesca ilegal e outros crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelo número 3613-7398 e 98153-0255 (por telefone ou whatsapp), pelo email [email protected] ou em uma das regionais da Sema.

Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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