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Sema e Polícia Militar realizam operação após denúncias de crimes ambientais em área de preservação em Novo Mundo

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), por meio da Diretoria de Unidade Desconcentrada de Guarantã do Norte, em ação conjunta com a 12ª Companhia Independente da Polícia Militar de Barra do Bugres, realizou nesta quinta-feira (14.8) uma operação de fiscalização ambiental no Assentamento Araúna, no município de Novo Mundo. A ação foi realizada em atendimento a um ofício encaminhado pela Promotoria de Justiça da Comarca de Guarantã do Norte, destacando a máxima urgência para a operação, devido às denúncias recebidas sobre crimes ambientais na região.

As informações encaminhadas à promotoria apontavam intensa derrubada de vegetação em área de amortecimento do Parque Estadual do Cristalino e em Área de Preservação Permanente (APP) do Rio Inhandu, além de queimadas que vinham ocorrendo desde o dia anterior à operação.

Durante a fiscalização, as equipes da Sema confirmaram a veracidade das denúncias e registraram imagens da área degradada, constatando a extensão do dano ambiental. O infrator, identificado como responsável pela derrubada e pelas queimadas, compareceu ao local durante a operação e foi detido pela Polícia Militar. Ele foi conduzido à Delegacia de Guarantã do Norte, onde, em seu aparelho celular, foram encontradas provas relacionadas aos crimes.

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Ele responderá por destruição de floresta de preservação permanente, provocação de incêndio em mata ou floresta e poluição com risco à saúde humana, morte de animais ou destruição significativa da flora. Além de uso de identidade falsa na tentativa de dificultar sua identificação.

As multas e demais punições estão sendo calculadas pela equipe da Sema.

Denúncia

Crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelo número 3613-7398 e 98153-0255 (por telefone ou whatsapp), pelo email [email protected], pelo aplicativo MT Cidadão ou Fale Cidadão da CGE ou em uma das regionais da Sema.

Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190.

*Texto com supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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