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Sema emitiu 9.884 carteiras de pesca amadora em 2025

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Com o fim do período de Defeso da Piracema, no dia 31 de janeiro, volta a crescer o número de emissões de Carteira de Pesca Amadora emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT)

Em 2025, a pasta emitiu 9.884 Carteira de Pesca Amadora. Deste montante 192 foram para turistas estrangeiros que desde o ano passado passaram a ter acesso facilitado ao documento.

Com a simplificação aumentou a emissão para pessoas de outros países que não precisam mais requerer a Receita Federal o Cadastro de Pessoa Física (CPF) para fazer a solicitação, emitindo o documento apenas com o número de passaporte e data de nascimento.

As mudanças ocorridas em 2025 abrangeu também o pescador brasileiro que não tem mais necessidade de realizar o cadastro no Portal SIGA, acessando somente com número do CPF e data de nascimento. Desta forma ficou ainda mais fácil emitir o documento que é obrigatório para os maiores de 18 anos e tem validade de 1 ano.

Para menores de 18 anos a carteira de pesca amadora é opcional, mas eles devem obrigatoriamente estar acompanhados dos pais ou responsáveis. Para idosos acima de 60 anos e aposentados a carteirinha é gratuita e tem validade de cinco anos.

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A emissão do documento pode ser realizada pelo site da Sema (www.sema.mt.gov.br), no atalho “Carteira de Pesca Amadora” na aba de serviços. No local, é possível cadastrar uma nova carteira, emitir a guia de arrecadação e ainda consultar e imprimir o documento quantas vezes quiser, apenas clicando na opção “minhas carteiras”. A emissão feita pelo Governo Federal também é válida em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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