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Sema-MT apreende 51 kg de pescado ilegal em operações no Pantanal

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Operações realizadas no Pantanal mato-grossense, nesta quinta-feira (03.08), apreenderam 51 kg de pescado, e resultaram na aplicação de R$ 27 mil em multas. A ação foi feita pelas equipes de fiscalização da coordenadoria de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e pela Polícia Militar de Cuiabá e de Santo Antônio do Leverger.

Os peixes apreendidos são da espécie cachara, pintado e jurupoca. Do pescado apreendido, 22 kg estava em um veículo que transitava pela estrada de acesso à comunidade Estirão Comprido, quando foi abordado pela fiscalização.

O pescado era transportado sem documentação e o proprietário recebeu uma multa de R$ 12,4 mil além da apreensão do veículo e pescado. Os peixes foram doados para o centro espírita de Barão de Melgaço.

A outra abordagem foi no Encontro das Águas, em uma embarcação pilotava por uma pessoa que não possuía a carteira de pescador e foi multada em R$ 15 mil. Com ele, foram apreendidos 29 kg das espécies pintado e cachara, além do barco de alumínio de 6 metros, um tanque de combustível e um motor de popa Mercury 30 hp.

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O pescado apreendido foi doado à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Poconé. A carteira de pesca é de obrigatória para pescadores amadores. O documento pode ser emitido no site da Sema.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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