MATO GROSSO

Sema-MT apreende 55 metros cúbicos de madeira extraída ilegalmente em Nova Maringá

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A Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT), em operação de fiscalização no município de Nova Maringá (a 367 km de Cuiabá), realizou o flagrante de uma exploração ilegal de madeira na região de floresta Amazônica, na segunda-feira (23.10). As toras estavam na iminência de serem transportadas quando a ação dos agentes de meio ambiente ocorreu.

Com a fiscalização foram apreendidos 55 m³ de madeira extraída ilegalmente. O crime ambiental foi descoberto pela Diretoria de Unidade Desconcentrada (DUD) da Sema-MT de Tangará da Serra, com o apoio do Núcleo de Polícia Militar de Proteção Ambiental de Barra do Bugres, em mais uma etapa da Operação Amazônia.

“A fiscalização ostensiva do órgão ambiental possibilitou que o crime fosse cessado. Ela é resultado do monitoramento da cobertura vegetal do Estado realizado por imagens de satélites”, disse a diretora da DUD/Sema-MT de Tangará da Serra, Letícia Freitas, ao acrescentar que, no momento da ação, os responsáveis pela exploração ilegal empreenderam fuga, porém a área foi embargada.

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Toda a madeira ilegal apreendida, por se tratar de produto perecível, foi doada à Prefeitura Municipal de Nova Maringá.

Canal de denúncia

A Sema-MT atende denúncias da população contra crimes ambientais e pescas predatórias pela Ouvidoria, no telefone 0800 065 3838, pelo e-mail [email protected], pelo WhatsApp (65) 98153-0255 e em suas Unidades Regionais.

Quem se deparar com algum crime ambiental também pode denunciar por meio do contato da Polícia Militar 190.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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