A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em conjunto com as Polícias Militar e Civil de Mato Grosso, realizou uma nova etapa da Operação Piracema que resultou na apreensão de 34 kg de pescado ilegal e de uma arma de fogo, e na aplicação de R$ 15,4 mil em multa.
A ação ocorreu nos municípios de Poconé e Santo Antônio de Leverger, com o apoio da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (3° CIPM – Santo Antônio de Leverger) e da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), nos dias 23 e 24 de outubro, respectivamente.
Em Poconé (a 104,7 km de Cuiabá), além da arma de fogo sem documentação, foram apreendidas cinco munições, após a abordagem de uma camionete Amarok na estrada do Ribeirãozinho. O condutor do veículo foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil (Depol) no município para providências.
Já em Santo Antônio de Leverger (a 6,7 km de Cuiabá), durante patrulhamento terrestre na região da comunidade Barranco Alto I, os agentes ambientais recolheram 34 kg de pescado ilegal das espécies Pacu, Pacu-Peva e Piau, a maior parte abaixo da medida permitida para captura, após vistoria realizada em um veículo Celta.
O responsável foi autuado pelo transporte de pescado proveniente da pesca proibida, no valor de R$ 15,4 mil, e o produto encaminhado para a Dema.
O período de defeso da piracema nos rios de Mato Grosso começou no dia 2 de outubro e segue até 1º de fevereiro de 2024.
Canal de denúncia
A Sema-MT atende denúncias da população contra crimes ambientais e pescas predatórias pela Ouvidoria, no telefone 0800 065 3838, pelo e-mail [email protected], pelo WhatsApp (65) 98153-0255 e em suas Unidades Regionais.
Quem se deparar com algum crime ambiental também pode denunciar por meio do contato da Polícia Militar 190.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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