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“Senti que meus filhos serão bem cuidados e com total segurança”, diz mãe de estudante da Escola Estadual André Luiz

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Os pais dos estudantes da Escola Estadual André Luiz da Silva Reis, no Bairro Consil, em Cuiabá, aprovaram o novo espaço alugado pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc) para atender a unidade de ensino durante a reforma geral do prédio.

A Seduc locou 11 salas de aula no Centro Educacional do Grande Tempo, ligado à Igreja Assembleia de Deus, no Bairro Bela Vista, para atender parte dos alunos da unidade neste período de obras de melhorias na escola. O local fica próximo à escola que está em reforma e agradou aos pais e estudantes.

Deunice Ramos é mãe de três estudantes que iniciaram as aulas hoje. Ela disse que apoia a solução encontrada pela Seduc-MT. “Tenho um filho no 7º ano do ensino fundamental e dois no 2º e 3º ano do ensino médio. Durante a acolhida que tivemos, senti total segurança e vi que meus filhos continuarão sendo bem cuidados pela Secretaria de Educação”, comentou a mãe.

Outra parte das turmas da Escola André Luiz também estão sendo atendidas em salas anexas da Escola Estadual Professora ‘Eliane Digigov Santana’, também situada no Bairro Bela Vista. A diretora Ruthe Nely foi a anfitriã da acolhida e contou com apoio dos professores e da Coordenação Pedagógica da Diretoria Regional de Ensino (DRE) do polo Cuiabá. “Estendemos o tapete vermelho a todos os 539 estudantes que precisaram ser realocados em razão da complexidade da obra na André Luiz”, disse a diretora.

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Até sexta-feira (17.01), os estudantes participarão de atividades recreativas e de ações para conhecerem o novo espaço, bem como, as obrigações, diretos e deveres que fazem parte da rotina escolar e que são reafirmadas a cada início das aulas.

Uma das novidades que os estudantes encontraram foi a possiblidade de participarem do Campeonato de Esportes Interclasse da ‘Eliane Digigov’. “É mais um estímulo ao aprendizado”, anunciou Ruthe, acrescentando que as modalidades praticadas são vôlei, handebol e basquete. Nesse ano, o evento será dividido em 4 bimestres e participam os estudantes que alcançarem, no mínimo, a média 6.

A meta, segundo a direção da escola, é atingir a nota 10. Quem gostou dessa dinâmica foi João Silva, pai de um estudante do 9º ano do ensino fundamental. “Vi que meu filho terá o mesmo padrão de atendimento e gostei do que vi aqui. Educação e esporte devem caminhar juntos e será uma ótima atividade física para os jovens”.

Os colegas de turmas continuam juntos e até as merendeiras serão as mesmas de anteriormente. O objetivo é fazer com que todos se sintam confortáveis, seguros e acolhidos na nova escola.

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Na próxima semana, a secretaria da escola continuará aberta para receber os pais que haviam transferidos os filhos para outras unidades. “Dos 539 estudantes, 324 já estão transferidos para as 11 salas anexas. Os demais, que foram levados para outras escolas por decisão de suas famílias, poderão vir para a Eliane Digigov, caso queiram”, explicou a diretora.

Segundo ela, o diálogo e a determinação da Seduc-MT e da Diretoria Regional de Educação (DRE) em buscar uma solução foram fundamentais. “Está tudo normal e o ano letivo iniciou conforme determina o calendário escolar”, finalizou.

Fonte: GOV MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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