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Seplag divulga lista de classificados na 3ª chamada para o programa de Residência Técnica

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A Secretaria de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT) divulgou, nesta terça-feira (09.07), a lista de classificados no Edital 03/2024, de seleção pública para o programa de Residência Técnica. Mais de 200 estudantes de pós-graduação figuram no cadastro de reserva.

Entre as formações´previstas no Edital 03 estão psicólogos, assistentes sociais, educadores físicos, jornalistas, profissionais de rádio e TV, publicitários e bibliotecários. Quase 51% dos aprovados são psicólogos, pouco mais de 24% assistentes sociais e 12% educadores físicos.

Os classificados representam 16 municípios mato-grossenses, sendo eles: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Barra do Garças, Primavera do Leste, Sinop, Cáceres, Matupá, Tangará da Serra, Diamantino, Confresa, Pontes e Lacerda, Sorriso, Juína, Alta Floresta e Lucas do Rio Verde. Pouco mais de 74% dos aprovados são da Capital mato-grossense; 8% são de Várzea Grande e 4% de Rondonópolis.

Programa de Residência Técnica

O programa é destinado a estudantes de pós-graduação, em nível de especialização, mestrado e doutorado, em diversas áreas do conhecimento, e que sejam reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC), com carga horária mínima de 360 horas.
Um dos objetivos do programa é proporcionar aos residentes técnicos o acesso a atividades de caráter educativo e complementar ao ensino prestado nos cursos de graduação, com a integração ao ambiente profissional especializado, relacionando o conteúdo teórico com a prática para o desenvolvimento das capacidades e conhecimentos técnicos necessários ao ingresso no mercado de trabalho.

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A primeira chamada da Residência Técnica, instituída em março deste ano por meio da Instrução Normativa Nº 002/2024, ocorreu em abril deste ano. O fluxo de convocações também já iniciou.

Os editais estão sendo lançados gradativamente, por áreas de formação e modalidades, priorizando a necessidade da administração pública estadual. Atualmente o programa de Residência Técnica está com sua 4ª chamada em andamento, específica para tecnólogos em diversas áreas.

Acesse o Sistema Estadual de Seleção (SiesMT) para conferir a lista de classificados nesta 3ª chamada e o resultado das chamadas anteriores.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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