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Seplag economiza cerca de R$ 54 milhões em licitações do tipo registro de preço em 2025

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) alcançou uma economia de cerca de R$ 54,1 milhões em licitações do tipo registro de preço no ano de 2025.

Segundo os dados da Secretaria Adjunta de Aquisições Governamentais (SAAG), até o momento, foram realizadas 159 licitações do tipo registro de preço, com um valor total estimado de R$ 1,024 bilhão. Desse montante, o valor efetivamente licitado foi de R$ 970,8 milhões. Considerando as licitações desde 2019, a Seplag conseguiu economizar mais de R$ 310 milhões com este tipo de licitação.

O secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, afirmou que o resultado destaca o compromisso do governo com a eficiência e a economicidade na gestão dos recursos públicos. “As licitações do tipo registro de preço tem contribuído para o uso racional do dinheiro público, ampliando os ganhos de eficiência e reduzindo custos administrativos”, destacou.

A economicidade é um dos princípios da gestão pública responsável. Prevista no artigo 70 da Constituição Federal de 1988 e reforçada pela Lei nº 14.133/2021, a nova Lei de Licitações, ela traduz a necessidade de aplicar os recursos públicos de forma racional, garantindo o melhor resultado possível com o menor custo, sem deixar de lado a qualidade.

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Para o secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra, a economicidade vai além do menor preço, ou seja, é buscar a proposta mais vantajosa, garantindo qualidade, eficiência e agilidade.

“Trata-se de optar pela proposta mais vantajosa para a administração pública e para a sociedade. Esse princípio está relacionado ao bom uso dos recursos, garantindo o melhor resultado dentro do contexto econômico e social, ou seja, é o oposto do desperdício. Portanto, significa o aproveitamento máximo do que está disponível. Por isso, a análise de economicidade deve começar antes da contratação, com estudos técnicos e econômicos, sob pena de gerar prejuízos, obras inviáveis e investimentos desperdiçados”, explicou.

De acordo com a secretária Adjunta de Aquisições Governamentais, Katiene Pinheiro, a licitação centralizada para aquisição de bens e serviços corporativos tem se consolidado como uma estratégia essencial para promover a economicidade e a eficiência nas compras públicas do Estado.

“Ao concentrarmos as aquisições sob a gestão da Secretaria Adjunta de Aquisições Governamentais da Seplag, conseguimos unificar demandas, alcançando ganhos de escala, maior poder de negociação com os fornecedores e redução significativa de custos. Além disso, a centralização permite padronizar as contratações, assegurando qualidade, uniformidade de especificações e maior controle sobre os processos. Esse modelo não apenas otimiza o uso dos recursos públicos, como também fortalece a transparência e a governança nas aquisições”, concluiu.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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