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Seplag inova no Poder Executivo Estadual e conquista três reconhecimentos no Prêmio Eficiência e Inovação

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) teve três iniciativas reconhecidas no Prêmio Eficiência e Inovação em Práticas Públicas de MT. As práticas destacadas melhoraram a transparência de dados, simplificaram a mediação de resultados e reduziram gastos com energia elétrica. A cerimônia aconteceu dia 7 de julho em Cuiabá.

A Adjunta de Planejamento e Governo Digital conquistou dois segundos lugares. Um com a plataforma “Avalia GovMT”, na categoria Melhoria da Gestão Pública, e outro com o “Núcleo de BI”, na subcategoria Pequenas Economias que Fazem a Diferença. Já a Adjunta de Patrimônio e Serviços ficou em segundo lugar com a prática pública “Migração para o Mercado Livre de Energia”, na subcategoria Grandes Economias ou Melhoria da Receita.

O secretário da Seplag, Basílio Bezerra, destaca que os benefícios dessas inovações demonstram amplamente o papel desempenhado pela Seplag enquanto órgão estratégico do Poder Executivo Estadual. “Essas práticas públicas premiadas exemplificam bem a missão e visão desta Pasta. É nosso dever implementar soluções inovadoras e eficientes, sendo referência em planejamento e gestão pública, com ênfase na transformação digital”, relaciona o secretário.

A plataforma Avalia GovMT, por exemplo, foi desenvolvida para simplificar o acesso aos resultados do governo e fortalecer a transparência. Essa tecnologia digital soluciona a complexidade das informações que compõem o Relatório Anual de Gestão (RAG), ao simplificá-las para a compreensão da sociedade. É o que afirma a coordenadora de Monitoramento e Avaliação do Planejamento Estadual, Maria Tereza.

Legenda: integrantes do projeto “Avalia GovMT”
Cibele Maria B. Rocha, Gabrielly M. Ferreira, Kesler Diego F. de Lima e Maria Tereza W. Monteiro. Crédito: Mayke Toscano/Secom-MT

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“O Avalia GovMT nasceu justamente com essa missão: ressignificar a transparência. Nosso objetivo sempre foi transformar a gestão pública de Mato Grosso em algo simples e acessível para todos”, informa a servidora. Ela explica que essa solução consiste em painéis interativos e um chatbot com inteligência artificial, que reduzem o tempo de consulta e resposta tanto do cidadão quanto dos gestores, otimizando para estes a tomada de decisões baseada em dados.

Outra tecnologia digital premiada foi o “Núcleo de BI” que impactou na capacitação de mais de 140 servidores e desenvolveu 46 painéis de acompanhamento (tradução livre do inglês Business Intelligence – BI). Segundo o analista de Desenvolvimento Social e Econômico, Marco Cortes, essa tecnologia promoveu a mudança na cultura de apresentação de indicadores e resultados em reuniões estratégicas.

Legenda: integrantes do projeto “Núcleo de BI”
Luiz. H. M. Fanti e Marco A. C. Côrtes. Crédito: Mayke Toscano/Secom-MT

“De apresentações em Excel e Power Point, passaram a ser feitas por meio de painéis dinâmicos, atualizados e interativos, sem gerar acréscimos de custos para a administração pública estadual”, esclarece o servidor. Ele comenta também que o “Núcleo BI” é um recurso que fornece dados transformados em informações para diversos serviços e produtos, como o próprio “Avalia GovMT”.

Já a prática pública “Migração para o Mercado Livre de Energia” representa uma verdadeira mudança de paradigma na gestão pública. Com foco em inovação, compromisso ambiental e eficiência econômica, o Estado deu um passo pioneiro ao abandonar o modelo tradicional de contratação de energia elétrica — o chamado mercado cativo — e adotar o mercado livre, onde é possível negociar diretamente com fornecedores e escolher fontes de energia renovável.

Legenda: equipe do projeto “Migração da forma de contratação de energia elétrica do mercado cativo para o mercado livre de energia”
Cleomendes C. dos Santos, Mariana G. Fialho, Estevan M. G. Gomes, Karol do N. Martimiano e Lutero P. de Barros.
Crédito: Mayke Toscano/Secom-MT

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Segundo Mariana Fialho, superintendente de Gestão de Serviços, a iniciativa permitiu a contratação de energia a preços mais competitivos, gerando uma economia contratual de mais de R$156 milhões ao longo de cinco anos. “Além da economia expressiva, a contratação prevê o uso exclusivo de energia de fontes 100% renováveis, o que vai evitar a emissão de mais de 89 mil toneladas de CO2 no período”, destaca.

A inovação substituiu o antigo modelo com tarifas reguladas por um ambiente mais dinâmico e estratégico, onde o Estado tem liberdade para negociar preços, escolher fornecedores e assumir um papel ativo na construção de uma matriz energética mais sustentável.

Essa mudança não apenas garante maior previsibilidade e controle sobre os gastos públicos com energia, como também reforça o compromisso da administração estadual com práticas sustentáveis e inovadoras, e já se tornou referência para outros entes federativos que buscam modernizar a gestão pública com responsabilidade ambiental.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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