MATO GROSSO

Seplag promove ciclo de Webinar sobre Governança Digital e Inovação

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), em parceria com Gartner do Brasil e Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), promove, até dezembro, o 2º Webinar de Governança Digital e Inovação de Mato Grosso – edição 2022.

O evento, realizado de forma online e totalmente gratuito, é destinado ao público em geral, servidores públicos, contratados e estagiários da administração pública estadual. O objetivo é reunir profissionais com atuação ou interesse na área de Governança Digital e Inovação no estado.

As lives, via Google Meet, contam com a participação de palestrantes especialistas em temas relacionados a governança, tecnologia e avanços no meio digital.

O encerramento do evento será de forma presencial, no dia 05 de dezembro, às 14h, no auditório da CGE, com a presença do palestrante e superintendente de Modernização da Gestão, da Secretaria de Planejamento, Gestão e Patrimônio de Alagoas, Thiago Ávila.

As inscrições podem ser feitas pelo link:  https://sites.google.com/seplag.mt.gov.br/webinar/inscri%C3%A7%C3%A3o?authuser=0

Após efetuar a inscrição, estará disponível, no e-mail cadastrado, o link de acesso para participação na sala virtual do webinar. O evento terá comprovante de participação, por meio de formulário preenchido durante as lives.

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Para mais informações sobre o evento, temas e palestrantes, acesse o site: https://sites.google.com/seplag.mt.gov.br/webinar 

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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