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Seplag promove palestra sobre cuidados e prevenção à hanseníase

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Coordenadoria de Segurança e Saúde no Trabalho (CSST), promove no dia 8 de fevereiro, às 14h30, a palestra “Conscientização e Prevenção à Hanseníase”, com a infectologista e hansenóloga, Dra. Letícia Cavalcante. O evento é realizado em parceria com a Controladoria Geral do Estado e as secretarias de Fazenda e de Segurança Pública, no Auditório da CGE.

O evento será realizado em alusão ao Janeiro Roxo, mês que tem o último domingo dedicado ao Dia Mundial da Luta contra a Hanseníase. A palestra também será transmitida pelo canal da Seplag no YouTube.

O intuito da ação é tratar do tema da hanseníase de forma aberta e promover a prevenção e disseminação da informação aos servidores, por meio da compreensão de como se dá a transmissão, a identificação dos sintomas mais comuns da doença e ainda tratar dos mitos e verdades sobre ela.

Em Mato Grosso, o Estado apresenta níveis considerados hiperendêmicos para a hanseníase há muitos anos. Neste contexto, o Governo de Mato Grosso trabalha para capacitar os profissionais na detecção precoce e melhor atender os pacientes.A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) tem um projeto denominado “Mato Grosso em Redes: Cuidado Integral em Hanseníase”, que integra o plano de ações da saúde.

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Para assistir a palestra clique AQUI.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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