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Servidores e servidoras de cartórios eleitorais realizam exames periódicos durante Prêmio Esemplare

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A Coordenadoria de Assistência à Saúde da Secretaria de Gestão de Pessoas (CAS/SGP) do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) promoveu a realização de exames periódicos para 12 servidores e servidoras dos cartórios eleitorais, em Cuiabá. A iniciativa otimizou o deslocamento do grupo para participação no Prêmio Esemplare, garantindo um cuidado integral à saúde. 

 

Durante a ação, o grupo passou por exames médicos, incluindo atendimento com o médico do trabalho. Além disso, os servidores participaram da pesquisa voltada à saúde mental, conduzida pela psicóloga organizacional da Justiça Eleitoral em Mato Grosso. 

 

Segundo o coordenador da CAS, Valmir Milomem, a atividade representa uma medida essencial de atenção à saúde dos servidores. “Trata-se de uma ação importante para o cuidado integral, contemplando tanto os aspectos físicos quanto os aspectos psicológicos da saúde de cada colaborador”, declarou. 

 

A partir de novembro, os demais servidores e servidoras dos cartórios eleitorais e da sede do TRE-MT também serão submetidos aos exames periódicos, fortalecendo a política de promoção à saúde no âmbito da Justiça Eleitoral de Mato Grosso. 

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Estagiária: Laís Guilherme (sob supervisão do jornalista Anderson Pinho) 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um servidor sendo atendido pelo médico. O médico está de jaleco branco, enquanto o servidor veste uma camiseta vermelha. Eles estão sentados um em frente ao outro, ao redor de uma mesa grade. No fundo, há computadores e um armário. 

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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