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SES capacita servidores das Vigilâncias Sanitárias de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) promove, de terça a sexta-feira (7 a 10.7), a capacitação presencial “Análise de Projetos Básicos de Arquitetura e Relatório Técnico”, para servidores das Vigilâncias Sanitárias municipais e profissionais que fazem a análise de projetos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde e de interesse à saúde.

O evento será realizado no auditório da Superintendência de Vigilância em Saúde, no bairro do Coxipó, em Cuiabá.

Conforme o superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Marcos Roberto Arcanjo Dias, a capacitação faz parte do processo de qualificação e descentralização das ações de Vigilância Sanitária no Estado.

“O objetivo do treinamento é o fortalecimento da capacidade técnica dos municípios para a análise de projetos arquitetônicos, licenciamento sanitário e avaliação de estruturas físicas sujeitas ao controle sanitário”, explicou.

A capacitação vai abordar normas referenciais, sistemas de informação e critérios técnicos aplicáveis a projetos de Unidade Básica de Saúde (UBS), Unidade de Pronto Atendimento (UPA), clínicas, laboratórios, farmácias, drogarias, hospitais, maternidades, indústrias de alimentos e demais serviços de interesse à saúde.

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“A iniciativa contribui para a padronização dos procedimentos, maior segurança sanitária e avanço da gestão compartilhada entre Estado e municípios, fortalecendo o Sistema Estadual de Vigilância Sanitária em Mato Grosso”, concluiu o superintendente.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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