A Secretaria de Estado de Saúde (SES) participou do 2º Encontro Mato-grossense de Triagem Neonatal, promovido pelo Hospital Universitário Júlio Muller, no Teatro Zulmira Canavarros, nesta sexta-feira (06.6).
O evento reuniu profissionais da área de saúde e estudantes para dar mais visibilidade ao Teste do Pezinho, programa do Ministério da Saúde que identifica doenças nos recém-nascidos e garante tratamento e acompanhamento contínuo.
Segundo o secretário adjunto de Atenção e Vigilância à Saúde da SES, Juliano Melo, a triagem neonatal conta com repasse financeiro da SES, mas precisa se consolidar cada vez mais.
“O teste do pezinho é uma das ações de saúde com maior eficácia, já que trabalha no campo da prevenção, para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Então, a Secretaria tem trabalhado para buscar o fortalecimento do serviço, ampliando, modernizando, tornando mais forte e, consequentemente, atendendo mais e melhor a população do nosso Estado”, destacou.
O secretário também participou da mesa-redonda “A Ampliação da Triagem Neonatal no Estado de Mato Grosso: como estamos e para onde vamos?”, com o coordenador do Serviço de Referência em Triagem Neonatal do Hospital Júlio Muller, Marcial Francis Galera, e o promotor de Justiça Milton Mattos, para debater as ações voltadas às melhorias do serviço.
Atualmente, o teste é capaz de detectar sete doenças em Mato Grosso. “É um momento importante porque a gente está querendo melhorar a nossa performance dentro do programa e também propor essa ampliação, que uma Lei de 2021 quer ampliar de seis para mais de 50 doenças”, explicou Galera, médico e coordenador do serviço.
O Hospital Júlio Miller é o serviço de referência em triagem neonatal pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso. O teste do pezinho é realizado por meio da coleta de sangue do calcanhar do bebê na Atenção Básica entre o 3º e 5º dia de vida e, em caso positivo, a criança será convocada para uma nova coleta ou consulta no Ambulatório do hospital, em Cuiabá.
A unidade realiza cerca de 350 mil testes por ano, fora as recoletas e os exames confirmatórios para tentar identificar a doença antes da manifestação clínica e, com isso, poder fazer a intervenção.
Durante o evento, foram apresentadas boas práticas, os desafios, a importância da coleta adequada e em tempo oportuno, e a consequência do atraso do diagnóstico na triagem neonatal.
Também participaram do encontro o deputado estadual Dr. João, a deputada federal Gisela Simona, a secretária de Saúde de Cuiabá, Lúcia Helena Sampaio, e o presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT), Marco Felipe.
A ex-presidente do Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT), Wania Dantas (MDB), passou a ser cogitada como uma das possíveis candidatas a vice na chapa do senador Wellington Fagundes (PL), que disputa o Governo do Estado.
Nos últimos dias, o nome da ex-prefeita de Sinop e segunda suplente de senadora Rosana Martinelli também entrou nas articulações para a vaga. Rosana é candidata à Câmara dos Deputados, enquanto Wania Dantas disputa uma vaga na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nas eleições deste ano.
Inicialmente, o nome ventilado para a vice foi o do empresário Marcelo Maluf, do Novo. A possibilidade avançou a ponto de Maluf constar formalmente na ata da convenção partidária como candidato a vice-governador na chapa de Wellington.
A composição, no entanto, mudou poucas horas depois. O PL apresentou uma nova formação à Justiça Eleitoral, desta vez com o médico Alencar Farina (PL) ocupando a vaga de vice.
Até o momento, Wellington Fagundes não se pronunciou oficialmente sobre quem será o candidato a vice em sua chapa.
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