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SES instala COE para monitoramento de arboviroses e vírus respiratórios em MT

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) instalou, na tarde desta sexta-feira (14.03), o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública por Arboviroses e Vírus Respiratórios (COE-ArboVR). O núcleo será responsável pelo monitoramento da situação epidemiológica em Mato Grosso e realizará a coordenação das medidas necessárias para o enfrentamento do cenário.

O objetivo do COE é articular e reunir gestores de diversas áreas, com foco em otimizar a resposta às situações de emergência em arboviroses e vírus respiratórios.

“O COE é uma mobilização técnica e de gestão de vários órgãos e entidades que podem otimizar as ações quanto ao cenário de dengue e chikungunya no estado, assim como também de algumas síndromes respiratórias. O objetivo é unir forças de várias áreas para ser mais assertivo e com o menor tempo possível nas ações de prevenção e de mitigação”, explicou o secretário adjunto de Atenção e Vigilância à Saúde da SES, Juliano Melo.

Além de unidades e setores da SES, integram o Centro de Operações as seguintes instituições: Ministério Público do Estado, Conselho Estadual de Saúde (CES), Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde (Cosems), Hospital Universitário Júlio Muller, Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), além da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

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Os secretários municipais de Saúde de Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis, Sorriso e Cáceres também compõem o COE.

A superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes, destacou a importância da participação de todas instituições que integram o Centro de Operações.

“A participação das instituições é essencial nesse momento, frente à emergência de Saúde Pública que nós estamos vivendo. Este é o espaço onde nós podemos dialogar, resolver, trazer soluções para os problemas que nós estamos enfrentando na área da saúde como um todo. É o espaço onde todas essas entidades podem conversar, dialogar e chegar a conclusões objetivas de soluções para a nossa população”, disse.

A previsão é de que as reuniões do COE ocorram a cada 15 dias ou conforme a demanda das entidades que compõem o Centro.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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