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Sesp entrega 78 câmeras do Vigia Mais MT para Pontes e Lacerda para apoiar ações de combate à criminalidade

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) entregou, na tarde desta quarta-feira (1º.7), 78 câmeras do programa Vigia Mais MT ao município de Pontes e Lacerda ( a 448 km de Cuiabá).

Com a entrega, Pontes e Lacerda passa a integrar a rede estadual de videomonitoramento, ampliando o uso da tecnologia para apoiar as ações de prevenção, investigação e combate à criminalidade, por meio da integração entre as forças de segurança.

O tenente BM Leandro Alves, do Centro de Operações de Segurança Pública (Ciosp), destacou que a expansão do programa fortalece a atuação conjunta entre Estado e municípios, ampliando a capacidade de resposta das forças de segurança e a proteção da população.

Ao receber os equipamentos, o secretário e chefe de Gabinete de Pontes e Lacerda, Adiel da Cunha, ressaltou a parceria entre o Governo do Estado e o município para ampliar a segurança pública por meio da tecnologia, contribuindo para ações mais rápidas e eficientes no atendimento às ocorrências.

O Vigia Mais MT

Atualmente, 142 municípios aderiram ao Vigia Mais MT, com 22.641 câmeras entregues, sendo 14.026 câmeras fixas, 1.193 Speed Domes, 1.192 câmeras com tecnologia OCR para leitura automática de placas e 6.230 câmeras destinadas às escolas estaduais.

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O programa contribui para a prevenção de crimes, recuperação de veículos, produção de provas e fortalecimento da atuação integrada das forças de segurança em Mato Grosso.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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