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Sesp participa do Curso Nacional de Atendimento às Mulheres e Meninas em Situação de Violência

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), participa do Curso Nacional de Atendimento às Mulheres e Meninas em Situação de Violência, realizado de 19 a 27 de maio de 2025, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

O evento reúne 40 alunos, sendo eles: policiais militares e guardas municipais, dos três estados e da unidade federativa da Região Centro-Oeste, com o objetivo de fortalecer as políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero. A ação é organizada pela Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP).

Durante o curso, os participantes têm acesso a conteúdos teóricos e práticos, com foco na legislação protetiva, acolhimento inicial, operacionalização de medidas protetivas e articulação em rede.

A coordenadora do Gabinete de Gestão Integrada, que sedia a Câmara Temática de Violência Contra Mulher da Sesp, tenente coronel PM Monalisa Toledo, destacou a importância da capacitação dos servidores como estratégia para aprimorar o atendimento à população.

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“É fundamental investir na qualificação dos profissionais da segurança pública para garantir um serviço mais eficiente e próximo da comunidade. De Mato Grosso, participam sete policiais militares, além de integrantes das guardas municipais de Sinop, Sorriso, Alta Floresta e Várzea Grande. Essa união entre diferentes forças reforça nosso compromisso com a melhoria contínua da segurança em todo o estado”, afirmou.

A programação tem carga horária total de 60 horas e inclui palestras, oficinas práticas, avaliações e simulados, assegurando a qualificação efetiva dos agentes de segurança. Ao final do curso, os participantes receberão certificação, reconhecendo sua aptidão para prestar atendimento adequado a mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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