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Sete pessoas são presas por formação de quadrilha, tráfico de drogas e furtos em Pontes e Lacerda

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Policiais militares da Força Tática e da Agência Regional de Inteligência (ARI), do 12º Comando Regional, prenderam, na madrugada desta quinta-feira (30.03), sete pessoas por formação de quadrilha, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de ilícito de entorpecentes e furto, na região central de Pontes e Lacerda (444 km de Cuiabá).

Na ação, os militares apreenderam um revólver calibre 38, munições, 19 porções de substância análogas à cocaína, 19 bonés, camisetas, relógios, bijouterias, ferramentas, aparelhos celulares, uma motocicleta Yamaha YBR, dois pés de maconha, além de outros produtos oriundos de furtos.

Os militares vinham monitorando diversas ocorrências de furtos na modalidade arrastão na região central do município, incluindo a informação de que os integrantes da quadrilha seriam moradores de outras cidades. Nesta madrugada, os policiais identificaram um veículo modelo Hyundai HB 20, branco, com dois ocupantes, que seriam integrantes da quadrilha.

Durante abordagem, no porta malas do carro, foram encontrados vários pertences furtados no dia anterior. A dupla apresentou versões contraditórias da origem e destino dos produtos. Um dos suspeitos confessou aos policiais que os demais integrantes da organização criminosa e outros produtos ilícitos estariam em uma residência próxima do local da abordagem.

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As equipes saíram em diligência até o endereço informado e na residência encontraram outras três pessoas. Na casa, os policiais constataram haver diversos produtos oriundos de furtos, desde joias, roupas, aparelhos eletrônicos e cosméticos. Ainda em diligência no imóvel, os policiais receberam novas informações de que outros dois suspeitos estariam comercializando entorpecentes em uma distribuidora de bebidas. Diante das características dos suspeitos, os policiais conseguiram abordar a dupla.

No estabelecimento comercial, com um dos homens foram encontrados uma arma de fogo com três munições e várias porções de cocaína. A dupla afirmou que reside em Cuiabá e foi convidada para passar uns dias no município. Ao todo, os integrantes da quadrilha acumulam 37 registros criminais. Os suspeitos e o material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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