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Suspeito por ameaçar esposa com armas de fogo é preso pela PM em Colíder

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Um homem de 70 anos foi preso pela Polícia Militar por ameaça e porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta quinta-feira (15.08), no município de Colíder. O suspeito foi preso em flagrante após ser denunciado por fazer ameaças contra sua esposa. Com ele, a PM apreendeu duas espingardas e uma arma garrucha.

Conforme o boletim de ocorrência, a PM recebeu denúncias da vítima de 65 anos, que informou sofrer constantes ameaças de morte de seu marido. A mulher disse que também costuma ficar trancada dentro de casa durante a noite, além de relatar muitas discussões com o marido.

Ainda segundo a vítima, nesta quinta-feira (15), após receber mais uma ameaça, ela visualizou uma arma em cima da cama do casal e começou a temer por sua vida, resolvendo acionar a Polícia Militar.

Imediatamente, os militares foram até o endereço e foram autorizados pela vítima a entrarem na residência e realizarem buscas. No quarto do casal, os policiais encontraram uma garrucha de calibre 32. Ainda pela casa, a PM encontrou mais duas espingardas, além de algumas munições para o armamento.

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O suspeito foi encontrado dentro da casa e não apresentou resistência da PM. O homem recebeu voz de prisão e foi levado até a Delegacia de Colíder, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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