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Suspeito por tentativa de estupro é preso e apreendido com arma de fogo

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Um homem de 45 anos foi preso na noite desta segunda-feira (29.05), por policiais militares da 6ª Companhia Independente, suspeito por tentativa de estupro, ameaça e porte ilegal de arma de fogo, na região central do município de Poconé (105 km de Cuiabá).

Conforme informações do boletim de ocorrência, a vítima, uma mulher de 21 anos, afirmou que foi abordada pelo suspeito na Rua Coronel João Epifânio, próximo ao Ibama. Segundo a jovem, o homem estava armado e com uma bandana preta sobre o rosto. Ela afirmou que ele tentou levá-la para uma terreno baldio e forçou sexo com a vítima.

Em certo momento, a mulher conseguiu correr do agressor e pedir ajuda. Aos militares, a vítima relatou que o homem estava de mochila e com uma blusa de frio azul.

As equipes saíram em buscas do suspeito, que foi localizado próximo a um matagal. O homem tentou fugir da abordagem, mas foi detido.

Com o suspeito foram apreendidos um revólver calibre 38, seis preservativos, uma mochila preta, uma blusa de frio e uma bandana.

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Os militares identificaram que, em novembro de 2020, o homem já havia sido preso pelos crimes de porte irregular de arma de fogo e tentativa de estupro. O suspeito e o material apreendido foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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