MATO GROSSO

Suspeitos de violência doméstica e porte ilegal de arma são presos pela PM em Várzea Grande

Publicado em

Policiais militares de Várzea Grande prenderam dois homens envolvidos em crimes de violência doméstica e porte ilegal de arma, na noite desta sexta-feira (29.03). Na ocorrência, a PM também apreendeu um revólver com seis munições e R$ 5,2 mil em dinheiro.

A equipe da 25ª Companhia de PM foi acionada para verificar uma denúncia de agressão, no bairro Paiaguás. No local, os militares se depararam com uma mulher que denunciou ter sido agredida com tapas no rosto pelo seu ex-companheiro. A vítima também afirmou ter uma medida protetiva contra o suspeito.

A mulher ainda relatou que foi agredida outras vezes pelo suspeito e que em uma das ocasiões, o homem lhe ameaçou de morte com uma arma de fogo. Por fim, a vítima disse que a arma usada por ele ficava guardada na residência de um outro homem, que também seria suspeito de agiotagem.

Na residência da vítima, o agressor foi encontrado e preso. Questionado sobre a denúncia de ameaça com a arma, o homem confirmou o fato e informou o endereço do segundo suspeito onde estava o objeto, no bairro Residencial Jacarandá.

Leia Também:  Polícia Civil prende autor de furtos em série em comércios e clínicas em Cuiabá

As equipes policiais foram até o segundo endereço e abordaram o suspeito que reside na casa. Nas buscas no imóvel, os policiais localizaram o revólver calibre .38 carregado com seis munições e a quantia de R$ 5.250,00 em dinheiro. O segundo suspeito confirmou realizar agiotagem e que usava a arma para ameaçar os seus clientes devedores.

Os dois homens foram conduzidos para a Central de Flagrantes, com o material apreendido.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Batalhão de Trânsito registra 408 infrações durante feriado

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Governo de MT avança em obras na MT-170; 24 km já receberam terraplanagem

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA