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Trânsito em frente a Todimo será completamente interrompido para obras no próximo sábado e domingo (13 e 14)

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito da Avenida Miguel Sutil será completamente interrompido no próximo sábado (13.6) e domingo (14) no trecho em frente a Todimo Lar Center.

A interrupção é necessária para que seja realizado o lançamento de vigas no local onde está sendo construído um novo viaduto. Para realizar essa operação é necessário utilizar guindastes, que ficarão parados na pista ao lado, o que impossibilita a passagem do trânsito.

Esta etapa da obra é fundamental para que comecem a ser construídas as pistas por onde os veículos efetivamente andarão quando as obras forem concluídas.

A interdição irá começar no início da manhã e seguirá até a noite de domingo. No entanto, caso seja possível finalizar o trabalho antes do prazo previsto, o fluxo de veículos será novamente liberado em meia pista.

Rotas de desvio

Para quem vem na Avenida Miguel Sutil em direção a Rodoviária e o Centro de Cuiabá, o desvio será realizado pelo novo elevado construído no local. Os motoristas deverão acessar o caminho à esquerda, passar pelo pequeno viaduto (como se estivessem na contramão) e voltar para a Avenida Miguel Sutil em frente ao Comper.

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No sentido contrário, para quem segue viagem em direção ao Coxipó, os motoristas serão desviados para a rua Estrela do Norte, paralela á Miguel Sutil e depois entrarão à direita na Rua Desembargador Trigo de Loureiro, onde chegarão na Avenida do CPA no retorno em frente a Decorliz Lar Center. De lá será possível seguir novamente até a Avenida Miguel Sutil.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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