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Trânsito na Miguel Sutil terá inversão de fluxo para sentido Rodoviária-Coxipó a partir deste sábado (15)

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informa que haverá alteração no fluxo de veículos na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, a partir deste sábado (15.11), em razão do avanço das obras do Complexo Viário do Jardim Leblon.

Atualmente, o trânsito está bloqueado na altura da Rua Desembargador Trigo Loureiro, no sentido Rodoviária–Coxipó, onde está sendo construída uma passagem de nível. O tráfego flui em meia pista no sentido contrário (Coxipó–Rodoviária).

Com a conclusão das obras dessa primeira parte da estrutura, incluindo a execução do asfalto e a concretagem da laje de transição, o bloqueio será invertido neste sábado. Assim, o trânsito passará a funcionar em meia pista no sentido Rodoviária–Coxipó, já sobre a nova passagem de nível, enquanto a pista no sentido Coxipó–Rodoviária será interditada para o início das obras do outro lado.

Os pontos de estreitamento continuam nos mesmos locais: um próximo ao Todimo Lar Center e outro próximo ao início do viaduto da Avenida do CPA, mas com o sentido de circulação invertido.

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Embora não haja alterações em relação ao trecho afetado, a Sinfra orienta os motoristas a redobrarem a atenção e a reduzirem a velocidade ao trafegar pela região durante o período de obras.

Quando estiver concluída, a nova passagem de nível melhorará a fluidez do trânsito na Avenida Miguel Sutil, permitindo um novo retorno sob a via e ligando diretamente os bairros Consil e Araés.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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