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Trânsito na Rua Edgar Prado passará a funcionar em mão única a partir de segunda-feira (15)

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informa que, a partir da próxima segunda-feira (15.9), haverá uma alteração no trânsito da Rua Engenheiro Edgar Prado Arze, conhecida como a rua da Sefaz e do Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

Com a mudança, a via passará a funcionar em mão única, sendo permitido apenas o acesso a partir da Avenida do CPA em direção ao Centro Político Administrativo, ou seja, não será mais possível descer a rua em sentido a avenida.

O objetivo da mudança é melhorar a fluidez do tráfego na região. Com as obras do Sistema BRT, houve a necessidade de reduzir temporariamente o número de faixas disponíveis na Avenida do CPA. Ao restringir o movimento de saída pela Rua Engenheiro Edgar Prado Arze, será possível reduzir os pontos de conflito e melhorar o fluxo de veículos no entorno.

Outra mudança que será feita no local é a remoção de um trecho da calçada na esquina da Avenida do CPA com a Rua Engenheiro Edgar Prado Arze. O objetivo é permitir que os ônibus do transporte público, que trafegam pela lateral do Viaduto da Sefaz, consigam acessar o ponto de parada mais facilmente, sem precisar fazer a conversão para a avenida.

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As mudanças foram definidas em reunião com a equipe da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob). O objetivo é reduzir os impactos no trânsito provocados pelas obras realizadas na Avenida do CPA.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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