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TRE-MT apresenta panorama para cumprimento do Plano de Contratação Anual

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Visando alinhar o cronograma para cumprimento do Plano de Contratação Anual (PCA) 2025, a Diretoria-Geral do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso se reuniu com representantes de diversas áreas, nesta terça-feira (12.08). Na ocasião, foi apresentado um panorama atual do PCA e ressaltada a importância de avanço na execução de alguns processos que foram iniciados. 

 

O diretor-geral, Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, frisou que os setores devem dedicar atenção às contratações, para que o PCA seja cumprido. “Nós precisamos nos atentar ao andamento dos processos, de maneira que a gente consiga executar o Plano de Contratação até dezembro deste ano. Parece que está longe, mas alguns processos estão na fase inicial ainda e algumas etapas levam um prazo considerável. Então, solicitamos especial atenção nisso”, convocou. 

 

Conforme apresentação feita pelo assessor do Núcleo de Gestão de Licitações, Maksen Augusto do Nascimento, atualmente há 68 processos registrados no PCA do TRE-MT, distribuídos em diferentes fases: 11 homologados, 7 em fase externa, 20 em tramitação, 10 não iniciados, 14 em prorrogação e 6 de contratação direta. “Nossa preocupação maior é com relação aos 10 ainda não iniciados, pois temos 130 dias restantes para conclusão da execução do PCA 2025. Estamos correndo contra o relógio, pois se pegarmos a média de tramitação referente a 2024, iremos ver que foi de 288 dias”, explicou.  

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A secretária de Administração e Orçamento, Tânia Yoshida Oliveira, destacou os riscos que a instituição corre quando o PCA não é executado. “Como impactos diretos da não execução do orçamento, temos o fato de que recursos não utilizados não podem ser reaproveitados no próximo ano; perda de poder de investimento institucional; além do fato de que a inscrição em “restos a pagar” impacta diretamente o limite de pagamento do exercício subsequente, conforme regra legal”, frisou. 

 

Uma ação concreta para auxiliar os servidores e servidoras que atuam diretamente com a execução orçamentária foi confirmada para os dias 26, 27 e 28 de agosto. Será uma capacitação com 25 vagas focada em contratações de serviços terceirizados, exclusivamente no tocante à mão de obra. “Essa é uma área que envolve uma constante mudança legislativa no aspecto trabalhista que devemos acompanhar”, reforçou Mauro Diogo.   

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra uma reunião em uma sala equipada com projetor, onde várias pessoas estão sentadas ao redor de uma mesa retangular acompanhando uma apresentação. No telão, o slide exibe o título “Fontes dos dados utilizados na análise do PCA” e um gráfico circular com ícones representando diferentes categorias de informação. O assessor do Núcleo de Gestão de Licitações, Maksen Augusto do Nascimento, aparece de costas e está de pé, de camisa azul, observando e apresentado a tela enquanto o grupo presta atenção à explanação. 

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Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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