MATO GROSSO

TRE-MT firma parceria com Universidade Federal de Rondonópolis para programa Mesário Voluntário

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Os Cartórios da 10ª e da 46ª Zonas Eleitorais firmaram um Acordo De Cooperação Técnica com a Universidade Federal de Rondonópolis para a realização do programa Mesário Voluntário. O objetivo é formar estudantes matriculados a partir do primeiro ano de qualquer um dos cursos da instituição de ensino para atuarem como auxiliares da Justiça Eleitoral no dia das Eleições Municipais de 2024.

As inscrições podem ser feitas pelo site do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) ou pelo aplicativo e-Título, disponível em iOS e Android. Após a inscrição, a Justiça Eleitoral fará a seleção das pessoas que irão participar do projeto. É importante ressaltar que a adesão do e da estudante não gera vínculo empregatício, nem obrigação de natureza trabalhista previdenciária ou afim.

O estudante fará uma jornada de cinco horas de treinamento e de 11 horas de trabalho eleitoral, a ser realizado no dia do pleito que, este ano, ocorrerá em 06 de outubro (1º turno). Em Rondonópolis, não haverá segundo turno. Mas, como o acordo tem vigência de cinco anos, para as eleições gerais, em caso de segundo turno, auxiliares que atuaram no primeiro estão automaticamente convocados para trabalhar no segundo, com a correspondente carga horária de trabalho, à exceção do treinamento, que não será realizado novamente.

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Após a eleição, qualquer unidade da Justiça Eleitoral mato-grossense poderá expedir declaração ao(à) estudante, o qual servirá como requisito para o recebimento do certificado assinado pela instituição do ensino, que terá carga horária valendo como atividades complementares. Neste caso, a jornada de treinamento e trabalhada na eleição será contada em dobro, como prevê o artigo 98 da Lei n. 9.504/97.

Os termos estão formalizados no Acordo De Cooperação Técnica nº 27/2024, assinado pelo juiz da 10ª Zona Eleitoral, Rhamice Ibrahim Ali Ahamd Abdallah, pela juíza da 46ª Zona Eleitoral, Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto Bissoni, e pela reitora da Universidade Federal de Rondonópolis, Analy Castilho Polizel de Souza.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem de fundo da fachada do TRE-MT destacada em marca d’água na cor verde. No centro, destacado em uma faixa azul, está escrito MESÁRIO VOLUNTÁRIO. Abaixo, tem a imagem de um jovem branco com cabelos curtos, vestindo camiseta preta e tatuagem no braço, que faz um sinal com a mão direita apontando para frente, enquanto dá um leve sorriso. Nas laterais tem informações sobre o trabalho do mesário, o site do Tribunal e uma caixa de diálogo com a pergunta: Tá esperando o que pra se inscrever? No canto superior direito, está a marca do TRE-MT.

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Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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