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TRE-MT INFORMA: Sessão Plenária do dia 12/12 será às 8h30

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) informa que a Sessão Plenária do dia 12 de dezembro será realizada às 8h30, em caráter excepcional. O formato permanece virtual, com transmissão ao vivo pelo canal do TRE-MT no YouTube.

Ainda no mês de dezembro, o Pleno se reunirá nos dias 07, 14, 15, e 19, no horário habitual, às 9h. O calendário das sessões deste mês foi estabelecido pela Resolução nº 2824/2023, aprovada pelo Pleno do TRE-MT.

Clique aqui para acessar a página Sessões de Julgamento, que contém informações referentes às sessões plenárias, como pautas de julgamento, atas, calendários, entre outras.

Para acompanhar as sessões, basta acessar o canal do TRE-MT no YouTube.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira 

 #DescriçãodaImagem: Imagem com fundo cinza e detalhes em azuis claro e escuro. À esquerda, estão as palavras ATENÇÃO SESSÃO PLENÁRIA 12/12 destacadas em vermelho. À direita, tem uma seta grande na cor azul com o texto HORÁRIO EXCEPCIONAL 8H30 destacado em fonte branca. Abaixo, destacado em uma faixa vermelha, está escrito Transmissão ao vivo, youtube.com/termt1. À direita, está escrita a frase “A democracia segue em frente”. No canto superior direito, está a marca do TRE-MT.

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Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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