MATO GROSSO

TRE-MT leva cidadania às zonas rurais de Aripuanã e Colniza com mutirões eleitorais

Publicado em

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), por meio da 11ª Zona Eleitoral, promoveu dois mutirões de atendimento nas comunidades rurais de Aripuanã e Colniza, beneficiando centenas de moradores com serviços eleitorais essenciais. As ações ocorreram nos dias 06 e 07 de junho e tiveram como foco facilitar o exercício da cidadania em regiões de difícil acesso, resultando em 450 atendimentos em ambos os locais.

Na comunidade Vale do Amanhecer, localizada a 150 quilômetros de Aripuanã, o mutirão foi realizado na Escola Municipal Vale do Amanhecer, que recentemente passou a ser um local oficial de votação. Nos dois dias de atendimento, 130 serviços foram ofertados, como alistamento, transferência e revisão de título eleitoral. A criação do novo local de votação, solicitada pela Prefeitura Municipal de Aripuanã e atendida pela Justiça Eleitoral, representa um avanço significativo para os moradores da região, que antes precisavam percorrer longas distâncias por estradas de terra para votar.

“O evento foi fundamental para as eleitoras e os eleitores que residem na zona rural poderem exercer o direito ao voto, já que puderam se registrar ou transferir o título para o novo local de votação”, destacou o chefe de cartório da 11ª Zona Eleitoral, José Rildo Coelho Machado Junior. “A criação da seção eleitoral na própria comunidade garante mais comodidade, segurança e participação no processo democrático”, acrescentou.

Leia Também:  Plantio de mudas pela Sema e TJMT tem participação de moradores; "Ação é importante para tornar Cuiabá mais verde", diz voluntário

Antes disso, em 06 de junho, a equipe do TRE-MT também esteve no distrito de Guariba, onde promoveu outro mutirão na Escola Municipal Valmir Neumann. Lá, foram realizados 320 atendimentos, além de emissão de certidões e quitação de multas eleitorais.

As ações fazem parte do esforço contínuo da Justiça Eleitoral para ampliar o acesso dos cidadãos aos seus direitos políticos, especialmente em áreas remotas. Além de facilitar a regularização eleitoral, os mutirões reforçam o compromisso do TRE-MT com a inclusão e a democratização do processo eleitoral.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: A imagem mostra um mutirão de atendimento eleitoral realizado em uma sala de aula decorada com materiais pedagógicos e cartazes coloridos. Duas servidoras estão atendendo eleitores em computadores equipados com kits de biometria, enquanto duas pessoas aguardam ou realizam seus atendimentos. No canto direito, uma placa indica “Mesa 02”, organizando o fluxo do serviço. O ambiente sugere um espaço escolar adaptado temporariamente para a prestação dos serviços da Justiça Eleitoral.

Fonte: TRE – MT

Leia Também:  Segundo dia do Festival de Robótica intensifica disputas por vaga na etapa nacional

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Plantio de mudas pela Sema e TJMT tem participação de moradores; "Ação é importante para tornar Cuiabá mais verde", diz voluntário

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA