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TRE-MT participa de Encontro Nacional de Tecnologia de Inovação

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) participa do 12º Encontro Nacional de Tecnologia e Inovação da Justiça Estadual (ENASTIC Justiça Estadual), realizado em Salvador (BA), entre os dias 28 e 30 de abril. Estão representando o órgão, os servidores Erivelto Bastos Novais, assessor de Gestão e Inovação de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), e Edgard Beltrão Leonel, chefe da Seção de Engenharia e Arquitetura de Software.

Promovido pelo J.Ex, em parceria com o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), o evento reúne representantes de todos os Tribunais de Justiça do país, com o objetivo de promover debates sobre transformação digital no Poder Judiciário. Os destaques são para temas como inteligência artificial, inovação aberta, sustentabilidade, governança de TIC, desenvolvimento de software e novas competências para o futuro do trabalho.

A programação teve início no Fórum Ruy Barbosa e seguiu para o Hotel Deville Prime Salvador, com palestrantes nacionais e internacionais. As discussões abrangem desde o uso estratégico da tecnologia até o fortalecimento da cultura da inovação nos órgãos públicos.

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Para Erivelto Bastos Novais, a participação no evento reforça o compromisso do TRE-MT com a modernização e a melhoria contínua dos serviços. “Participar do ENASTIC tem sido uma experiência extremamente enriquecedora. Estar em contato com representantes de todo o país, discutindo inovação no Judiciário, nos permite refletir sobre o papel estratégico da tecnologia na transformação institucional. Para o TRE-MT, é uma oportunidade valiosa de buscar referências, repensar processos e alinhar nossas iniciativas de inovação às tendências que vêm se consolidando em outros tribunais. Saímos daqui motivados a seguir ampliando a cultura da inovação, com foco em soluções mais simples, acessíveis e eficazes para a Justiça Eleitoral”.

Na área de desenvolvimento de soluções tecnológicas, Edgard Beltrão Leonel destaca os aprendizados trazidos pelas palestras e trocas técnicas. “O ENASTIC tem proporcionado uma troca técnica muito rica, especialmente no que diz respeito a arquitetura de soluções, inteligência artificial e boas práticas no desenvolvimento de sistemas. É um espaço onde conseguimos enxergar com mais clareza os caminhos que podemos seguir para fortalecer a governança de software e evoluir nossos sistemas com mais segurança e aderência às necessidades da Justiça. Levo daqui muitos insights que certamente vão contribuir com o nosso trabalho no TRE-MT, especialmente na construção de soluções mais integradas e sustentáveis”, avalia.

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Vale ressaltar que a participação dos servidores no ENASTIC está alinhada às diretrizes estratégicas do TRE-MT, que envolvem o fortalecimento da governança de TIC, a busca por soluções inovadoras e a melhoria da experiência dos usuários internos e externos da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem com fundo branco e, do lado direito, detalhes pontilhados coloridos que simulam uma rede de dados. À esquerda, tem uma foto pequena dos dois servidores no evento e, na parte superior, está a marca do ENASTIC.

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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